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Presença do Perú no XII Desfile
07/04/17
Este ano convidámos três países da América Latina para desfilar as suas imponentes e magnificas máscaras nas ruas de Belém.

Depois do Carnaval de Barranquilla da Colômbia e ao Boi Bumbá do Brasil, apresentamos agora a Diablada do Perú.

No ano em que Lisboa é Capital Ibero-americana da Cultura, o FIMI faz questão de ter a representação de alguns países da América Latina no XII Desfile da Máscara Ibérica.

DIABLADA | PERÚ

A Diablada é uma dança assim chamada, pela máscara e o traje de diabo que é usado pelos bailarinos. A dança representa o confronto entre as forças do bem e do mal, reunindo tanto os elementos próprios da religião católica, introduzida durante a presença hispânica, como o ritual tradicional andino.

Na atualidade esta dança é praticada em diversas regiões andinas e altiplanas da América do Sul, sendo exemplo disso o ocidente da Bolívia e o sul do Perú.

Conta-se que em 1577 os jesuítas que se estabeleceram em Puno (Perú) , realizavam teatros, durante os dias festivos, esta apresentação de comédias e auto sacramentais foi-se tornando habitual para os Aymaras (cultura ancestral e autóctone do Lago Titicaca). Esta influência dos jesuítas nos nativos é retratada na prática do um canto e dança sobre os sete pecados capitais que aborda a forma como os anjos vencem os demónios, sendo esta "metáfora" utilizada para cristianizar os habitantes da zona. Apesar desta teoria, há quem diga também, que a diablada puneña tem origem na Dança de Anchanchu, anterior aos autos sacramentais.
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