Palco Ibérico

Dia 18 | Sexta-feira







18h30
Bregia
Irlanda
Os Bregia são um grupo de músicos, que ocasionalmente se reúnem para tocar música tradicional irlandesa, levando a sua sonoridade além-fronteiras.

Os instrumentos tradicionais e os sons intemporais da Irlanda são uma constante e prometem fazer o público viajar no magnífico património e paisagem da Ilha Esmeralda. Conhecidos pela sua contagiante energia e alegria, com os Bregia, Lisboa pode contar com uma noite de grande espetáculo.






21h30
Oscar Ibáñez & Tribo
Espanha
Nascido em 1976, em Pontevedra, na Galiza, Oscar Ibañez, virtuoso músico e especialista em música tradicional galega, começou a tocar gaita com o grupo "Treboada" de Poio, em 1984.

De 1989 a 2014 fez parte da "Agrupación Folclórica Celme" de Pontevedra, com quem participou em inúmeros festivais internacionais, contactando com gaiteiros asturianos, escoceses, irlandeses, búlgaros e de muitas outras nacionalidades.

Produziu diversos trabalhos discográficos e muitos outros projetos relacionados com a área da música.

Atualmente está a apresentar o seu novo projeto musical "Oscar Ibáñez & Tribo", formado por renomados músicos galegos.

Dia 19 | Sabado







21h30
Toques do Caramulo
Portugal
Os Toques do Caramulo reinventam-se continuamente, fazendo música nova das velhas cantigas e levando o público a surpreender-se com o repertório esquecido da Serra do Caramulo. Com amplo reconhecimento nacional e internacional, este é um espetáculo de forte energia musical e interação com o público, fazendo de cada concerto uma grande festa para todas as idades.

Dia 20 | Domingo







17h00
Realejo
Portugal
Formado em 1990, o grupo Realejo dedica-se à criação e interpretação de música das tradições europeias (a partir da Idade Média), com especial incidência na música para sanfona, instrumento que havia desaparecido completamente no nosso país durante o século XIX.

O grupo utiliza instrumentos tradicionais portugueses, a maior parte dos quais construídos por Fernando Meireles que é, actualmente, o único construtor de sanfonas em Portugal.

A partir de 2000, o grupo começou também a explorar a utilização da voz em temas tradicionais e outros da sua própria autoria.

Dotado de um conjunto de músicos talentosos, o Realejo consegue um equilíbrio notável entre a tradição e a modernidade de que resulta uma música inventiva e personalizada, unanimemente elogiada pela mais exigente crítica musical portuguesa.
Ver Grupos Antigos
FIMI XII - 2017
ORQUESTRA DE FOLES - 5 de Maio - Sexta-feira - 18H30
LOS NIÑOS DE LOS OJOS ROJOS - 6 de Maio - Sábado - 21H30
SONS DO DOURO - 7 de Maio - Domingo - 17H00
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